Maternidade de Primeira Viagem: Um Guia para as Novas Mães

                                                                  


A maternidade é uma das experiências mais transformadoras e emocionantes na vida de uma mulher. No entanto, para as mães de primeira viagem, esse período também pode ser cercado de dúvidas, inseguranças e desafios. É completamente normal sentir-se sobrecarregada, afinal, cuidar de um bebê é uma tarefa que exige dedicação, paciência e muito amor. Aqui estão algumas das dificuldades mais comuns e dicas para enfrentá-las.

 1. Cansaço Físico e Noites Mal Dormidas

Uma das primeiras dificuldades que as mães enfrentam é o cansaço extremo, especialmente nos primeiros meses. Os bebês acordam várias vezes durante a noite para mamar ou porque precisam de conforto, o que pode deixar as mães exaustas.  

 Dica: Tente descansar quando o bebê dormir. Peça ajuda ao parceiro, familiares ou amigos para revezar os cuidados e garantir que você também tenha momentos de repouso.


2. Amamentação: Um Aprendizado Diário

Amamentar pode ser mais desafiador do que muitas mães imaginam. Dores, fissuras, dificuldades de pega e a sensação de que o leite não é suficiente são queixas frequentes.  

Dica:  Busque orientação de profissionais, como consultoras de amamentação ou pediatras.

 Lembre-se de que a amamentação é um processo que exige prática e paciência, tanto da mãe quanto do bebê.

 3. Inseguranças e Pressão por Ser Perfeita

Muitas mães se cobram para serem "perfeitas" e se sentem culpadas quando algo não sai como esperado. É importante lembrar que não existe mãe perfeita, e cada bebê é único, com necessidades e ritmos diferentes.  

 Dica: Confie no seu instinto materno e não se compare com outras mães. Você está fazendo o melhor que pode, e isso já é mais do que suficiente.

 4. Mudanças no Corpo e na Autoestima

O corpo passa por transformações significativas durante e após a gravidez, e muitas mulheres podem se sentir desconfortáveis com essas mudanças.  

 Dica: Dê tempo ao seu corpo para se recuperar. Pratique exercícios leves, se possível, e foque em uma alimentação saudável. Lembre-se de que seu corpo realizou algo incrível: trouxe uma nova vida ao mundo.

 5. Isolamento e Solidão

A rotina com um recém-nascido pode ser solitária, especialmente se você passa longas horas sozinha em casa cuidando do bebê.  

 Dica:  Conecte-se com outras mães, seja em grupos de apoio, redes sociais ou encontros presenciais. Compartilhar experiências pode trazer alívio e novas amizades.

 6. Equilíbrio entre Maternidade e Vida Pessoal

Encontrar um equilíbrio entre cuidar do bebê, manter a casa organizada e ainda ter um tempo para si mesma pode parecer impossível.  

Dica : Estabeleça prioridades e não tenha medo de delegar tarefas. Peça ajuda quando precisar e reserve alguns minutos do dia para cuidar de você, mesmo que seja apenas para tomar um banho relaxante.

7. Preocupações com a Saúde do Bebê

É comum que as mães fiquem ansiosas com a saúde do bebê, principalmente nos primeiros meses. Qualquer sinal diferente pode gerar preocupação.  

 Dica: Mantenha contato próximo com o pediatra e tire todas as suas dúvidas. Lembre-se de que muitos sintomas são normais e fazem parte do desenvolvimento do bebê.

 8. Culpa por Precisar de um Tempo Longe

Muitas mães se sentem culpadas por precisar de um tempo longe do bebê, seja para trabalhar, descansar ou cuidar de si mesmas.  

 Dica: Lembre-se de que cuidar de você também é cuidar do seu filho. Um momento de descanso ou lazer pode renovar suas energias e torná-la uma mãe ainda mais presente e amorosa.

                                         




Introdução Alimentar

 

    Quando começar a introdução alimentar?

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde é que o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade. O leite materno oferece todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê nesse período, além de proporcionar imunidade e fortalecer o vínculo entre mãe e filho.

A introdução alimentar deve ser iniciada, portanto, por volta dos seis meses, quando o bebê já começa a demonstrar sinais de que está pronto para novos alimentos. Alguns desses sinais incluem:

  • Capacidade de manter a cabeça erguida e sentada com apoio.
  • Interesse pelos alimentos que os adultos estão comendo.
  • Coordenação para levar as mãos à boca.
  • Diminuição do reflexo de protrusão (quando o bebê empurra a comida para fora com a língua).

2. Como iniciar a introdução alimentar?

A introdução alimentar deve ser gradual e feita com paciência, respeitando o tempo e os sinais de prontidão do bebê. A primeira fase deve ser feita com alimentos de fácil digestão e com consistência pastosa ou amassada.

Passo a passo para iniciar a alimentação complementar:

  1. Escolha o momento certo: Escolha um momento tranquilo, quando o bebê estiver bem disposto e não estiver com sono ou com fome extrema.

  2. Ofereça alimentos simples: Comece com purês de frutas, legumes ou cereais, como maçã, banana, cenoura ou batata-doce. O ideal é oferecer um alimento de cada vez, para observar possíveis reações alérgicas.

  3. Introduza novos alimentos: Após alguns dias com um alimento, você pode começar a introduzir outros, sempre observando qualquer sinal de alergia ou desconforto.

  4. Inicie com pequenas quantidades: Comece com uma colher de chá e aumente gradualmente, conforme o bebê for aceitando os novos sabores.

  5. Mantenha o aleitamento materno: Mesmo após a introdução dos alimentos sólidos, continue oferecendo o leite materno ou fórmula até o primeiro ano de vida, pois ele continua sendo a principal fonte de nutrientes para o bebê.

3. Quais alimentos oferecer?

Nos primeiros meses de introdução alimentar, o ideal é oferecer alimentos frescos e naturais. Algumas opções incluem:

  • Frutas: Maçã, banana, pêra, manga, melancia e abacate são excelentes escolhas, pois são fáceis de amassar e têm um sabor suave.
  • Legumes e vegetais: Batata-doce, cenoura, abóbora, brócolis e couve-flor são ricos em nutrientes e bem tolerados pelos bebês.
  • Cereais: Arroz e aveia podem ser oferecidos como papinhas ou mingaus, misturados com água ou leite materno.
  • Carnes: Carnes magras como frango, carne bovina ou peixe devem ser introduzidas mais tarde, quando o bebê já estiver adaptado aos alimentos vegetais.

Evite alimentos processados, com alto teor de sal ou açúcar, e não ofereça mel para bebês menores de um ano, devido ao risco de botulismo. 


                                              




4. Cuidados importantes durante a introdução alimentar

  • Observe reações alérgicas: Sempre introduza um alimento de cada vez e aguarde 3 a 5 dias antes de introduzir outro, para perceber qualquer reação adversa, como erupções cutâneas, inchaço ou dificuldades respiratórias.

  • Evite engasgos: Ofereça alimentos com a consistência adequada para a idade do bebê. No começo, os alimentos devem ser bem amassados ou passados por um processador de alimentos para garantir que a textura não cause risco de engasgamento.

  • Respeite os sinais do bebê: Se o bebê não demonstrar interesse em comer, não force a alimentação. É importante que as refeições sejam uma experiência prazerosa e não um momento de estresse.

  • Variedade e equilíbrio: Gradualmente, ofereça diferentes alimentos para garantir uma alimentação equilibrada. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais.

5. O papel da família e dos cuidadores

A introdução alimentar também é um momento de aprendizado para os pais e cuidadores. O bebê observa tudo o que acontece à sua volta, e a alimentação é uma oportunidade para ensinar bons hábitos alimentares. Aproveite para criar um ambiente tranquilo e acolhedor durante as refeições, sem pressa e sem distrações, como televisão ou celulares.

Além disso, ao envolver o bebê nas refeições da família, ele começa a se familiarizar com a rotina alimentar e com os diferentes sabores e texturas dos alimentos, facilitando a aceitação de novos pratos.

          

Conclusão

A introdução alimentar é uma fase empolgante e cheia de descobertas para o bebê e para os pais. Respeitar o ritmo do bebê, oferecer alimentos frescos e naturais e garantir um ambiente tranquilo e positivo são atitudes fundamentais para que essa experiência seja bem-sucedida. Lembre-se de que cada bebê tem seu próprio tempo de adaptação, e a paciência é essencial. Com o apoio da pediatra ou nutricionista, você estará ajudando seu filho a criar uma base sólida para uma alimentação saudável e equilibrada no futuro.

Se você está começando a introdução alimentar do seu bebê, aproveite este momento único e divirta-se explorando novos sabores e texturas com ele!

Partos Alternativos / Parto Normal /de lado/de cócoras/na água/cesariana


Nem todas as mulheres optam pelo parto convencional, hoje em dia  existem cada vez mais centros sanitários e profissionais especializados na aplicação de partos alternativos. 

Muitas grávidas escolhem técnicas diferentes para dar a luz aos seus bebês,  preferem ter seu filho em outras posições, sentada ou de cócoras, e outras ainda escolhem dar a luz em casa, com ou sem assistência, ou em uma banheira  utilizando o método de parto aquático.

parto normal/tradicional


No método tradicional, na mesa de parto, o obstetra fica em posição privilegiada para acompanhar o nascimento. 
A gestante fica sobre a mesa em posição ginecológica, com monitoramento constante. 
É comum a utilização de anestesia peridural e outras medicações para regular o ritmo das contrações. 
A mesa de parto pode ser inclinada para aproveitar a ação da gravidade durante a expulsão do bebê.

O processo todo do trabalho de parto, desde as primeiras contrações até a saída da criança, demora cerca de 12 a 24 horas, mas não serão necessários mais de 6 horas de hospitalização. 
O ideal é que a mulher já chegue ao Hospital com 5-6 cm de dilatação do colo, no momento em que a dor aperta mais.

O parto vaginal compreende a dilatação do colo do útero até cerca de dez centímetros de abertura, a expulsão do bebê (com ou sem episiotomia, que é o corte cirúrgico do períneo), a saída da placenta, a contração do útero e a saída de coágulos.

Durante as contrações da dilatação do colo do útero, os médicos ensinam as parturientes a respirar normalmente e soltar o ar devagar ou realizar uma respiração curta e com maior frequência

O período expulsivo, que vai da dilatação completa do colo até a saída completa da criança, leva de meia hora até uma hora completa. 
Neste momento será necessária uma grande força por parte da mulher, para que a criança finalmente nasça. 
Nesta hora, a força de sua musculatura abdominal será responsável por quase metade da força total de expulsão. 
Se a mulher estiver cansada, ou se o seu músculo for fraco, é bem possível que o médico tenha de ajudar.

 São três as formas de ajuda que o médico pode fazer:

 Episiotomia, e que vem a ser um pequeno corte de mais ou menos 4-5 cm, na pele da entrada da vagina, na vulva. Com isso, a abertura do canal de parto fica maior, e facilita a saída da cabeça do bebê.

O problema de não se fazer este corte é que às vezes a cabeça sai com tanta forca que pode rasgar a musculatura desta região, motivo pelo qual algumas mulheres têm de fazer uma outra cirurgia anos depois, para colocar esta musculatura no lugar, é a chamada perineoplastia, ou simplesmente, cirurgia de períneo.

Outra forma 
de ajudar neste momento é uma manobra de se empurrar o nenê, empurrando o fundo do útero.
 É uma manobra muito antiga, chamada de Kristeller, e que deve ser evitada, pois se sabe que pode comprometer a cabeça do nenê, empurrando-a com força contra uma bacia às vezes meio apertada. Isso pode machucar a cabeça da criança e levar até a hemorragia cerebral.
Deve-se preferir, ao invés desta manobra, o uso do Fórceps, que irá dar um apoio mais seguro à cabeça da criança e ajudá-la a vencer a dificuldade final do parto.

parto normal/de lado



Deitada de lado, a mulher teria facilitada a dilatação, reduzindo o tempo do parto. 
A posição da coluna estimula as contrações. 
Já a posição do bebê facilita sua expulsão, reduzindo a necessidade de intervenção médica. 
Um trabalho realizado na Universidade Federal de São Paulo mostra que essa modalidade reduz a necessidade da episiotomia, o que diminui o risco de infecções.

O cóccix (último ossinho da coluna vertebral) fica livre para se movimentar, facilitando a passagem do bebê. No parto normal tradicional (de costas) o cóccix é pressionado

parto normal/de cócoras

Técnica antiga ainda utilizada por comunidades indígenas. 
O parto seria favorecido pela ação da gravidade, que aceleraria a dilatação e facilitaria a expulsão do bebê. 
Defensores da técnica alegam que ela reduz em 40% a duração do trabalho de parto. 
A posição também aumenta a irrigação sanguínea na região pélvica e a liberação da endorfina, substância analgésica produzida pelo organismo. 
O método dispensa a anestesia. Pode ser realizado em uma cadeira especial ou em uma cama hospitalar tradicional. 
Para alguns obstetras, a pouca força na musculatura posterior da coxa apresentada pela mulher ocidental dificultaria o sucesso do parto de cócoras.

parto normal/na água

Técnica pouco utilizada no Brasil, o parto na água é considerado mais relaxante e indolor do que o método tradicional.  

Enquanto alguns são totalmente a favor, outros alegam que esse tipo de parto não é seguro, pois o bebê pode aspirar água. 
Quem defende diz que, na verdade, os registros de incidentes nos partos aquáticos são muito raros e, comparado com partos na mesa ginecológica, o parto na água não perde em segurança, mas ganha em qualidade do nascimento.

   •  pode ser realizado em casa ou no hospital, nas mesmas condições de outros partos                   normais. Para esse tipo de parto, mesmo no hospital, não é possível aplicar a anestesia.

    • permite um nascimento mais natural para o bebê porque ele continua envolto em água,            como estava no útero da mãe, e em uma temperatura muito próxima também. 
Não há                riscos de afogamento para o bebê. Quando nasce, a criança ainda respira pelo cordão                umbilical por pelo menos 20 segundos, durante os quais expande os pulmões lentamente.

     • a temperatura da água mantida a 36º C,  alivia as dores das contrações, o estresse,                    aumenta a irrigação sanguínea, relaxa a musculatura e facilita a saída do bebê. 
      • A alteração da pressão sobre o corpo submerso da gestante facilita o trabalho de parto.             Isso permite que a mãe determine a posição mais adequada para a expulsão do bebê –             em pé, de lado ou de quatro, dentro ou fora da água.

No interior do útero, o bebê respira por meio do cordão umbilical. 
Depois do nascimento, seus pulmões levam algum tempo para se expandir e descartar o cordão, o que garante a segurança durante a transição do útero para a água e, depois, para o ambiente.

parto cesáreo/cesariana

A operação cesariana (também denominada cesárea), é o nome que se dá à cirurgia por via abdominal que corta o útero, com a intenção de se retirar a criança aí localizada. 
Inicialmente, só existia a cesárea post-mortem, que era o corte no abdome de uma gestante morta há poucos minutos, para se tentar retirar a criança ainda com vida.

Realmente, a cesárea é reservada, a princípio, aos partos difíceis. 
No início, ela foi empregada apenas nos casos de grande risco de vida para mãe, quando a criança impactava no canal de parto e não nascia, de forma alguma. 
Até porque, antes da época do antibiótico, fazer uma cesárea era algo temerário, com morte da mãe em grande parte dos casos, devido à infecção.

 Hoje em dia as coisas são muito diferentes, mas o risco de infecção de uma cesárea ainda é muito superior ao de um parto normal, cerca de 7 a 10 vezes maior. 
Sabe-se que em cerca de 1% das cesáreas alguma complicação vai ocorrer, seja deiscência (abertura dos pontos), hematoma (sangue coagulado), ou infecção na cicatriz.

 São dois tipos de incisão (corte) na pele. 
A mais comum hoje em dia é aquela transversal, na parte inferior do abdome, pouco acima dos pelos pubianos, chamada de incisão tipo Pfannestiel (fala-se Fanistil). 
A outra, mais tradicional, é a longitudinal mediana, infra-umbilical. Embora mais feia esteticamente, esta cicatriz longitudinal mediana é um pouco mais segura e com menores complicações, pois há menor sangramento e menor lesão dos tecidos. É também a via de acesso mais rápida, sendo a preferida nos casos de urgência.

 A recuperação da cesárea é lenta. 
Preconiza-se repouso relativo no leito até o 7º dia. Até 30 dias, apenas tarefas cotidianas sem esforço. 
Para recuperar totalmente a força da musculatura, serão necessários 6 meses. 
Muitas mulheres reclamam de certa anestesia na pele, junto à cicatriz, por vários meses, o que é plenamente explicável pela lesão dos nervos, com o corte de tantas camadas.

A tricotomia – raspagem de todos os pelos pubianos para o parto – não deve ser realizada.
 “O períneo naturalmente não tem pelos que atrapalhem o parto vaginal e, na cesariana, só se raspa o local onde será feita a incisão. Não se deve retirar os pelos antes, em casa ou na depilação, para evitar risco de infecções”




40ª Semana de Gravidez


Passaram 40 semanas, 280 longos dias que você sentiu prazer, mas também sentiu ansiedade e preocupação. 

Você esperou com frenesi que passasse os primeiros três meses e que a gravidez fosse considerada estável, experimentou grande alegria quando sentiu seu bebê mexer pela primeira vez. 

Foi uma experiência inesquecível, que vai acabar com o momento do parto e do nascimento de seu filho, 

  • Você está pronta para esta fase final? 

  • Você preparou tudo o que precisava? 

   • Você está ensaiando  as técnicas de respiração que aprendeu durante o pré-parto? 

Nestes dias, tente descansar o máximo possível, vai precisar de muita energia para o parto .

As contrações serão mais frequentes, especialmente à noite e, desaparecem milagrosamente pela manhã, mas não tenha medo de não reconhecê-las, na verdade quando chegarem  àquelas do parto, você vai perceber, são mais próximas, dolorosas, e demoradas.  

Quando finalmente começarem, não entre em  pânico, vai levar algum tempo antes que seu bebê venha ao mundo.


gestante

E finalmente você atingiu a meta, entrou na quadragésima semana, e daqui a alguns dias terá em seus braços o seu filho, as últimas semanas da gravidez são muito pesadas e você está cansada, se sente inchada, tem dor nos rins e tem dificuldades para caminhar. 
A cabeça do bebê já está situada sobre o osso pélvico, isso te faz respirar melhor, mas causa grande desconforto aos ligamentos púbico.  
Parece ter uma bola de boliche entre suas pernas e muitas vezes  sente como se levasse choque nas partes íntimas.

Bebê


       
Seu bebê realmente atingiu o objetivo e está agora na posição para nascer. 

Agora, todos os órgãos estão completamente maduros para enfrentar a vida fora do útero, especialmente os pulmões, que irá ajudá-lo a dar o seu primeiro choro, apenas nascido. 

Quando nascer o obstetra medirá seu índice de APGAR, um teste  que se executa um minuto após o nascimento e é repetido em cinco minutos, e define o estado de saúde do seu filho.       
 Boa Sorte!!!!!!!!!!!!!
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39ª Semana de Gravidez


Aqui estamos, agora você está em contagem regressiva   e cada dia pode ser o dia  certo, saiba que o trabalho pode começar de repente, quando menos se espera.    

E normalmente acontece principalmente à noite, quando o corpo relaxa. 

Lembre-se de colocar na bolsa do hospital todos os exames, e não se esqueça de levar seus documentos,   pode também adicionar algo doce para petiscar,  você vai precisar para reabastecer as energias e, especialmente, lembre-se de um par de meias porque você vai precisar durante o parto, pode sentir muito frio nos pés.


gestante

 
Faltando apenas uma semana, da data prevista para o parto, talvez seja bom fazer um
balanço da situação sobre os sintomas do trabalho. 

Obviamente não acontece com  todas da mesma maneira, mas digamos que muitas vezes acontece que as contrações de Braxton Hicks sejam mais intensas, amolecendo o colo do útero, vão fazer você perder o tampão mucoso,  que era para proteger o útero durante os nove meses da gravidez. 

O tampão mucoso pode sair todo de uma vez ou lentamente durante alguns dias, você vai saber se você vê na calcinha muco riscado de sangue. 

Depois de alguns dias, mas até uma semana poderá começar o trabalho, que geralmente é anunciado por uma dor de barriga e diarréia pra liberar o intestino, tendo em vista o parto. 

Quando as contrações começarem, não ir para o hospital imediatamente, a menos que  tenha estourado a bolsa, você pode esperar em casa até ter contrações a cada 5 minutos que durem pelo menos um minuto.


bebê

O seu bebê está aproveitando a estadia dos últimos dias no útero para ganhar um pouco mais de peso, o resto do trabalho já está feito. 
Alguns estudos têm tentado mostrar que é o próprio feto que envia sinais para o seu corpo para começar o trabalho do parto, é como se o bebê indicasse que ele está pronto para nascer. 
Agora não há nada que falte, a gordura acumulada nas últimas semanas lhe permitirá regular a temperatura de seu corpo e os pulmões plenamente desenvolvidos lhe permitirá de dar um forte respiro após sair do útero.


exames

Esta semana você deve retirar os exames que vai ter que levar na hora do parto: 
exame de urina e cultura de urina, antígeno da hepatite pelo vírus B (HBsAg), o vírus da hepatite C ( anticorpos), teste de Coombs indireto (se Rh negativo) testes previstos  (Toxoplasma, rubéola, citomegalovírus), vaginal e retal para pesquisa Strep B, e eletrocardiograma. 
Além disso, você vai fazer a última visita ao ginecologista, que irá acompanhar e verificar o estado colo do útero.

                                                      40 Semanas

38ª Semana de Gravidez


Falta sempre menos tempo e sua casa está em grande transformações, preparando as manobras para acolher o seu bebê. 
 • Você terminou de lavar o enxoval ? 
 • Preparou bolsa que vai  levar  para o hospital ?   
 • O carrinho foi montado ?    
 • Comprou todos os produtos de higiene do seu filho?    
Nestes dias antes do nascimento informe-se sobre um pediatra, em que você possa levar o seu filho,  pelo menos uma semana após o parto  para verificar a sua saúde   e controlar o coto umbilical.

 Nos últimos dias que te separam do nascimento cuidado para não comer muito pesado à noite, porque muitas vezes o trabalho começa na madrugada, e se precisar de uma cesariana é melhor estar se sentindo leve.


gestante

Nas últimas semanas, você vai se sentir muito inchada, mas só no caso de sentir fortes dores de cabeça, flashes diante de seus olhos e estar com a pressão muito alta, você vai precisar ligar para seu ginecologista com urgência, podem ser sintomas de gestose. 
Converse com o seu obstetra sobre o parto, explicando e informando todas as suas decisões e vontades. 
Esta semana deverá fazer uma cardiotocografia mais conhecida como a monitoração fetal onde vai ser ligada a uma máquina que controla o batimento de seu filho em resposta às contrações uterinas, este teste é utilizado para verificar o bem-estar fetal.


bebê


Agora estamos realmente no final deste longo caminho e seu filho está pronto para nascer, é agora rechonchudo no ponto justo e seus pulmões estão totalmente desenvolvidos, mesmo se só depois de nascido começará a operar em plena capacidade. 
Agora seu bebê pode ter cerca de 50 cm e pesar 3.100 gramas. 
Seus movimentos são agora obviamente mais raros, porque de espaço sobrou muito pouco. 
Ao nascer, seus olhos terão uma bela cor azul típica dos neonatos e a cor final se poderá ver somente quando parar de tomar leite materno. 
Se seu bebê ainda não virou, ainda existe alguma chance de que ele vire de cabeça para baixo, mas se já está na posição cefálica poderá começar a descer a cabeça no canal do parto.


exames

Esta semana você deverá realizar os exames finais da gravidez, aqueles que levará na sala de parto: 
exame de urina e cultura de urina, no caso de elevada presença de bactérias  detectada no exame anterior, 
antígeno da hepatite pelo vírus B (HBsAg), o vírus da hepatite C ( anticorpos), teste de Coombs indireto (se Rh negativo) 
exames previstos pela falta de proteção  (Toxoplasma, rubéola, citomegalovírus), 
Swab vaginal e retal – cultura para Streptococcus Beta-hemolítico do Grupo B, 
Eletrocardiograma, e controlar a pressão arterial e peso corporal.

                                                        39 Semanas

37ª Semana de Gravidez


 De agora em diante todos os dias é bom, para que seu filho venha ao mundo, por isso esteja atenta para qualquer sinal do trabalho e também para não se esforçar muito . 
Não é fácil distinguir as contrações preparatórias das contrações definitivas, muitas vezes à noite sentirá muitas e frequentes e você será tentada a fazer a mala e correr para a sala de emergência do hospital. 
Antes de tomar decisões precipitadas, se sentir muitas contrações, experimente tomar um banho quente, se forem as preparatórias vão passar, e se forem de trabalho vão se intensificar.

Dormir agora é só uma bela lembrança, a ansiedade e a barriga não te permitem  descansar e você está esgotada, pelo menos, tente não trabalhar muito duro durante o dia, você deve estar em forma para enfrentar o parto.



gestante



Dia após dia, as contrações Braxton Hicks estão se tornando mais frequentes e intensas, mas também mais dolorosas. 
Você também pode perceber um aumento na secreção vaginal, se você notar quando  se limpa ou na calcinha um muco riscado de sangue significa que você está perdendo o tampão mucoso e que o trabalho poderia começar dentro de poucos dias. 
Lembre-se de coletar os resultados de swab vaginal para a detecção de Streptococcus beta-hemolítico, e lembrar de levá-lo quando for dar à luz, porque se tivesse que ser positiva, o ginecologista durante o parto deverá administrar antibióticos para evitar que a bactéria passe para o seu filho.

 Em mulheres grávidas o Streptococus grupo B pode causar infecção clínica, sendo na grande maioria uma colonização assintomática. 
Estudos revelam que a mulher com colonização pré-natal possui uma predisposição 25 vezes maior de dar a luz a criança com doença precoce por Streptococus grupo B. 
Desta maneira, o teste esta indicado para toda gestante no período entre 35 e 37 semanas de gestação como teste de triagem. 
Esta detecção torna-se importante para realização de antibioticoprofilaxia intra-parto, prevenindo uma possivel infecção do recém-nato. 

fonte: Hermes Pardini

bebê


Parabéns por esta semana, se tivesse nascido hoje, embora ainda faltam três semanas seus pulmões seriam totalmente maduros e pronto para a vida fora do útero. 
Agora seu filho é bastante redondo e só os pezinhos e as mãozinhas estão enrugados e ainda se assemelham aos de uma pessoa idosa. 
Muitas crianças nascem com a cabeça cheia de cabelo e não se surpreenda se seu filho não terá a sua cor de cabelo, as vezes acontece que  crianças nascidas de pais muito claros, nasçam muito escuras ou vice-versa. 
Se ainda não fez,  nestes dias, o seu bebê poderá descansar a cabeça no canal de nascimento e deixar você finalmente respirar com mais facilidade. 


exames



Esta semana você poderá fazer os exames finais da gravidez, aqueles que deverá levar na hora do parto: exame de urina e cultura de urina,  antígeno do vírus da hepatite B (HBsAg), o vírus da hepatite C ( anticorpos), teste de Coombs indireto (se Rh negativo), exames (Toxoplasma, rubéola, citomegalovírus), vaginal e retal para pesquisa Strep B,  ECG e controlar a pressão arterial e peso
corporal.        
                                                     
                                                    38 Semanas

36ª Semana de Gravidez


Estamos na 36ª semana e a linha de chegada está cada vez mais próxima, quem sabe se você também como muitas outras mulheres vai sentir falta do barrigão. Certamente não sentirá falta dos enjôos, constipação ou do inchaço nas pernas. 
. Você já providenciou o carrinho? 
. Você colocou na bolsa o que te disseram para levar ao hospital?  
. Nestes dias você deve ter muita atenção para organizar tudo o que está faltando, e voltar a verificar se está tudo ok.

Agora que seu bebê enche completamente o seu útero, pode ter problemas para fazer uma refeição completa, se você não consegue comer muito, pode tentar dividir suas refeições em pequenas porções mais frequentes.

Se o seu bebê  já se encontra no canal do parto começará a perceber que a azia desapareceu, e você pode respirar melhor. 
Quando a criança se canaliza pode sentir uma forte pressão na pelve, isso pode causar desconforto ao caminhar e aumentar a vontade de ir ao banheiro com mais frequência.

Você sabia que existem  bancos de leite,  que recolhem o leite de mães que têm em abundância e doam a bebês prematuros e de alto risco internados em UTIs. 
Informe-se pode ser que você também possa participar desta iniciativa maravilhosa. (Bancos de leite humano do Brasil)


gestante

Também vai notar que as contrações Braxton Hicks são agora muito mais frequentes, agora você tem que prestar atenção para eventuais sinais do trabalho de parto e conversar com seu ginecologista. 
Normalmente, se chegou até aqui, você teve uma gravidez sem complicações, e o bolsa amniótica não rompeu, pode tranquilamente esperar  para ir ao hospital até quando não sentir as contrações a cada cinco minutos que duram pelo menos um minuto. 
Ao contrário, se não sentir o bebê mexer, perdeu água, e perde sangue  deve ir imediatamente ao hospital.


bebê


                                                
Seu bebê continua a ganhar peso, tem agora cerca de 48 cm de comprimento e pesa cerca de 2.800 gramas. 

Durante esse tempo, a criança perde tanto a penugem como a vérnix caseosa que recobriu e protegeu o seu corpo por todos esses meses e os ingere junto com outras substâncias presentes no líquido amniótico. 

Esses elementos formam o mecônio, uma substância esverdeada que a criança vai evacuar nos seus primeiros movimentos intestinais. 

Desde o final desta semana o seu bebê é considerado um recém-nascido e quase certamente está em posição cefálica.


exames



    Esta semana você fará exames finais da gravidez:  exame de urina e cultura de urina, no caso de  bactérias detectadas no exame anterior,  antígeno do vírus da hepatite B (HBsAg), o vírus da hepatite C ( anticorpos), teste de Coombs indireto (se Rh negativo) testes previstos  (Toxoplasma, rubéola, citomegalovírus), vaginal e retal para pesquisa Strep B,  ECG e controlar a pressão e peso.